sexta-feira, 16 de abril de 2010

Um pouquinho da minha vida

Tudo começou quando eu tinha aproximadamente uns 6 meses de idade.
Até então não tinha nada, uma saúde como de qualquer outro bebê, PERFEITA. Até que nesse periodo mamãe começou a notar algumas alterações na minha pele.
Era manchinhas vermelhas, como picada de pernilongos, só que essas manchinhas cossavam muito.
Mamãe e papai vendo que aquilo, não passava, resolveram me levar no médico, e ai começou a busca incansavel por descobrir o que era aquilo que cada dia ia se agravando cada vez mais....

Continua.

sábado, 10 de abril de 2010

Em breve

Resolvi que apartir dessa semana vou compartilhar com vc's um pouquinho mais da minha vida.
sem enigmas, lamentações ( tentar evitar kkk) ou coisas assim.
Quero compartilhar o fato da doença que eu tive na pele chamada DERMATITE ATÓPICA, quero contar como começou, como foi durante todos os anos que convivir com esse drama.
Mas vou contar aos poucos afinal são 14... 15 anos que tem muitos detalhes.
Espero que todos gostem.
E que essa pequeba grande parte da história da minha vida seja de alguma forma importante alguma coisas para muitas pessoas, até mesmo contra o preconceito que existe em toda parte.
Espero que gostem.

Bjinhos, bjinhos
Grazy

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Deus

Razão de tudo que existe

o único ser capaz de amar-nos tanto

ao ponto de dar seu único filho para

morrer por nós, na cruz, em pról dos nossos

pecados.

Amo d++++++++++++++

sexta-feira, 2 de abril de 2010

FUTURO

Quero acreditar em um futuro
que seja

de igualdade

de responsabilidade

de um melhor convivio social.

de VIDA para todos.

Bjinhos
Grazy

quinta-feira, 25 de março de 2010

Essa sou eu

Sempre fui o tipo de garota
que escondia meu rosto
Com tanto medo de contar ao mundo
o que tenho pra dizer
Mas eu tenho esse sonho bem dentro de mim
Eu vou mostrar isso
É hora
De deixar você saber

Isso é real, essa sou eu,
Estou exatamente onde eu deveria estar, agora
Vou deixar a luz me iluminar
Se eu encontrei quem eu sou
Não há como fingir
Não esconder mais quem eu quero ser
Essa sou eu

Você sabe como é se sentir na escuridão
Sonhar com uma vida onde você é a estrela brilhante
Mesmo parecendo
Que isso vai longe demais
Eu tenho que acreditar em mim, é a única maneira.

Isso é real, essa sou eu,
Estou exatamente onde eu deveria estar, agora
Vou deixar a luz me iluminar
Se eu encontrei quem eu sou
Não há como fingir
Não esconder mais quem eu quero ser
Essa sou eu

terça-feira, 16 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Pesadelo na vida real


A vida era comum, como de todo mundo que conhecia.

Tinha pai, mãe, irmão em fim uma família que parecia me amar mais do que tudo nesta vida. E eu também os amava imensamente, eles era o meu tudo e o meu nada, minha fortaleza em todos os sentidos.

Quando derrepente, pareceu que tudo mudou da noite para o dia,- ou será que já estava mudando, e era eu que não queria enxergar a minha nova realidade- minha família se desfez, meus mundo caiu, eu que tinha um porto seguro, acabei eu mesma virando ele. Meus pensamentos mudaram.

Meu amadurecimento veio precocemente, não EU NÃO QUERIA isso, queria amadurecer sim, mas não desta forma.

Queria antes de tudo isso aproveitar o que a vida tinha para me reservar, sair, curtir, dar risada, em fim fazer tudo que uma pessoa naquela idade faria, mas me privaram de tudo isso.

Foi como se me pusessem uma escolha e não me deixassem escolher.

Mas quem foi que me fez a proposta?

Quem não me deixou escolher?

por que tudo isso tinha que acontecer desta maneira?

A vida era minha não era?

Por que não podia tomar as decisões na minha própria vida?

Tantas perguntas me passavam na cabeça e nenhuma delas tinha resposta.

Será que tudo isso só acontecia comigo?

Lembro-me que eu gritava, berrava, para tentar dizer o que eu estava sentindo e ninguém me escutava. Todos viam na minha cara que algo estava errado, mas quem eu realmente queria que visse não viam por quê?

Me olhava no espelho e não me reconhecia a mesma de antes, não na fisionomia, mas nos sentimentos.

Como alguém poderia mudar tão rapidamente assim?

Como eu poderia tomar decisões pelas as quais eu não queria tomar?

Como? Como? COMO?

Me via em constante debate comigo mesma. O que eu queria não era o que eu podia ter. Meu sofrimento não era enxergado , parecia que só os outros sofriam, só as outras pessoas era seres humanos menos eu, parecia que ao invés de VÍTIMA nessa história eu era VILÃ.

Foi quando cheguei neste ponto, que comecei a me perguntar se não era realmente eu o pivor de tudo isso. E mais uma vez fiquei sem resposta, mas na cabeça um pouco de certeza que talvez sim, talvez eu era sim a razão de tudo isso estar acontecendo. Mas, não queria acreditar nisso, não queria ser o pivor de todo esse sofrimento.

Pesadelo, pensava comigo mesma, isso só pode ser um pesadelo que em breve vou acordar, era isso que me dava as forças que eu precisa, pensando que era um pesadelo, tinha FORÇA, para continuar na esperança de que uma hora ou outra iria acordar e tudo estaria ali.

Do jeito que eu deixei, meus pais, meu irmão, minha família, meu porto seguro.

Mas, não tinha fim tudo aquilo...

E por fim, acordei, acordei e vi que nada daquilo era um pesadelo. Tudo aquilo era a mais pura realidade a MINHA realidade.

Foi a sensação mais desesperadora de toda a minha vida, a situação mais triste de toda a minha vida.

Mas, quando meu deparei com isso, cheguei a conclusão que já NÃO TINHA MAIS FORÇA.

O mundo caiu sobre mim e não tinha ninguém para me ajudar a sustenta-lo.

Acabou.

A minha vida acabou antes mesmo de começar. E essa era a minha não mais tão nova realidade.


Um pesadelo que vivenciava na vida real.

Um caminho que não teria mais fim, e muito menos volta.